Uma que outra foto de SP.
Visitei o mundo em SP. Algumas fotos para quem possa interessar.
Eis a primeira palavra que aprendi a ler. Viva a semiótica.
Abaixo, a Rua Proibida mais freqüentada da capital. Prejudicou meu sono, mas o apart-hotel era excelente. Senti falta de trazer meu joystick de PS2/PC, porque tinha um disco de Tie Fighter no CD-ROM do laptop que eu levei! Assim as noites teriam parecido menos barulhentas.
Luxo e o$tentação. Roupas que na real são fabricadas a R$ 15 mas vêm com dois zeros depois.
O mais fantástico (IMHO) de se ir na Liberdade é achar imprensa com línguas que não se entende, por não utilizarem o alfabeto latino ou cirílico. Talvez foi a única vez que me senti fora do país, porque a arquitetura "apartamento-impossivelmente-caro" e "geometria-mais-cara-por-metro-quadrado" (talvez também o inconfundível estilo "centro-abandonado-cheio-de-mendigos") já está espalhada pelo país; não há nada de muito original.
Ironia das ironias, comprei um dicionário de alemão por ali, numa Saraiva qualquer.
Provavelmente o lugar mais tranqüilo da cidade (Idichienópolis). O legal é que o guardinha não sabia explicar o que era (no, really). O taxista, então, achou que eu iria encontrar "muitos da minha religião por ali" (sic).
Street art (mais conhecido por desenfeiamento, ou vagabundagem, ou arte-de-rua, whatever) em abundância. No caso de estruturas cinzas e sem-graça, apoio veementemente o uso de figurinhas sem sentido. Se o prédio é bonito é bandidagem.
Trânsito amigo. Nem é tão irônico: bateram no nosso carro em Torres (RS).
Um dos meus sonhos era visitar o Largo do Arouche e entrar nas AROUCHE TOWERS. Não aconteceu.
Na volta, uma parada por Joinville (aka "Chuville"). Embora essa foto seja a da "ida", a volta estava igual. Precisava de um descanso do extremo geometrismo da capital de facto do Brasil. E eu adoro moinhos.










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